quinta-feira, 26 de julho de 2012

Unidade Popular lança blog de campanha

A coligação Unidade Popular (PT - PDT E PPL) lançou hoje seu blog de campanha. Será mais um instrumento de mídia que vai contribuir consideravelmente na eleição para prefeito de Santiago e por cadeiras na Câmara de Vereadores. É só conferir em http://buenoprefeito.blogspot.com.br/

terça-feira, 3 de julho de 2012

Nomes para uma nova Câmara

Estamos às vésperas de mais uma eleição. Neste ano, pela primeira vez em Santiago, o Partido dos Trabalhadores está coligado oficialmente. É com PDT e PPL. Confira abaixo os nomes que irão em busca de vagas na Câmara de Vereadores.

1. Antônio Dorneles Miranda – 13.333
2. Clair Dalvani de Carvalho Pereira – 13.603
3. Fernanda de Lima Machado – 13.620
4. Flavio Ivo Amarante (Kinha) – 13.123
5. Francisco de Assis de Matos (Chico Matos) – 13.220
6. Iara Chagas Castiel – 13.130
7. José Maria da Rocha – (JRocha) – 13.222
8. Juarez Girelli – 13.111
9. Márcia Lucia Gloger Bueno – 13.211
10. Marcio Camargo de Souza (Batatinha) – 13.100
11. Sergio Marion Oliveira do Amaral – 13.607
12. Volmar Batista da Silveira Resmini (Toco) – 13.613
13. Terezinha Correa Loureiro – 13.623
14. Ademar Leones Barbosa da Silva – 54.444
15. Miguel Costantino Rosso Bianchini – 54.999
16. Jose Ildo Pinto Rodrigues – 12.444
17. Maria Iolanda Ramos – 12.002
18. Lidiane Jesus da Silva – 12.000
19. Everaldo Antonio Gavioli Disconsi – 12.244
20. Fábio da Rosa Monteiro – 12.012
21. Nelson Pereça Abreu – 12.640
22. Alcides Dorneles Lima – 12.612
23. Ismail Floriano Correa Ramos – 12.212

sábado, 30 de junho de 2012

Histórico: PT, PDT e PPL firmam coligação

                Unidade Popular dá o primeiro passo rumo à vitória nas eleições.

Unidade Popular. Este é o nome da coligação que vai entrar nas eleições municipais com a missão de apresentar uma nova proposta para Santiago, uma idéia que esteja sintonizada com os avanços dos governos Dilma e Tarso. Com o petista Antônio Bueno de candidato a prefeito, a coligação conta ainda com PDT e PPL, além do apoio do PSD. A aliança foi oficializada em grande ato político realizado neste sábado à tarde, na Câmara. O candidato a vice-prefeito também vem do Partido dos Trabalhadores. É João Carlos Silveira, que em seu currículo traz a experiência de ter sido vereador e presidente do PT em Sertão. O momento também foi histórico pelo fato de ser a primeira vez que o PT entra oficialmente em uma coligação no município. Serão 23 candidatos a vereador, sendo 13 do PT, dois do PPL e oito do PDT.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

30 de junho: dia para oficializar alianças

                                                                              Antônio Bueno.
PT e demais partidos que se encaminham para firmar aliança (PDT e PPL) farão um ato político para homologação das candidaturas e da coligação, dando assim a arrancada para a campanha eleitoral que definirá os novos vereadores e prefeito. O evento será neste sábado, 30, a partir das 16h na Câmara Municipal de Vereadores. O presidente do PT e candidato do partido para concorrer à majoritária, Antônio Bueno, salienta a importância de fortalecer essa atividade. “Temos que demarcar claramente a nossa vontade de transformar Santiago e construir uma cidade melhor. Ajude-nos a convidar companheiros e simpatizantes, leve familiares, vamos fazer um grande ato, motivar e mobilizar as pessoas, fazer dessa caminhada um movimento de profunda reflexão política e mudança de postura”, frisa Bueno. À coligação, ainda pode se agregar o PSD.

sábado, 16 de junho de 2012

Coligações estão autorizadas

O PT de Santiago decidiu hoje à tarde que poderá concretizar coligação tanto na majoritária quanto na proporcional. Porém, a participação em uma frente ampla só será possível na condição de Antônio Bueno ser o candidato a prefeito ou a vice, isso dentro do leque de partidos que apoiam os governos Tarso ou Dilma. Isso descarta que o PT somente apoie outra composição, seja ela qual for, sem fazer parte da chapa majoritária. Já na proporcional, as negociações para coligação somente serão possíveis com PPL e PDT. A decisão da grande maioria dos presentes confirma o que já vinha sendo uma tendência desde 2011. Ou seja, de o partido tomar frente nas eleições municipais, respaldado pelos excelentes governos de Dilma e Tarso, que vêm consolidando a eficácia dos governos petistas a partir da significativa melhora das condições de vida dos brasileiros.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Partido apresentará pré-candidatos

O PT de Santiago está preparando um grande jantar de confraternização para apresentação de seus pré-candidatos ao quadro de filiados. Estão confirmadas as presenças de deputados, representantes do governo do Estado e lideranças do partido. O evento será realizado no clube 7 de Setembro, no dia 22 deste mês a partir das 20h. Os cartões serão vendidos a R$ 10. Mais informações com Rubem Finamor, pelo telefone 9988-5924.

sábado, 9 de junho de 2012

PT decide futuro no dia 16

Será no próximo dia 16 a decisão sobre os rumos do PT de Santiago nas eleições municipais deste ano. Das 14 às 17h, o partido vai deliberar se coliga ou não com o PPL na majoritária e/ou proporcional. Também serão confirmados os nomes do vice, caso o PT concorra sozinho, e a nominata para vereador. Caberá à convenção oficial homologar as candidaturas. As atividades serão realizadas na sede municipal do partido. O diretório do PT de Santiago ressalta que não há definição sobre qualquer tipo de coligação, como vem sendo apontado em alguns blogs, sendo este o único meio de comunicação autorizado a se pronunciar oficialmente pelo partido na Internet.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Bueno vai mesmo a prefeito

O PT de Santiago confirmou na noite de ontem, quinta-feira, que o bancário Antônio Bueno será mesmo o candidato a prefeito pelo partido. Ele concorrerá apenas na condição de postulante a prefeito. Portanto, o debate agora se volta para a escolha do seu vice, que provavelmente será uma mulher. A chapa deverá ser oficialmente aprovada pelo diretório em algumas semanas. A definição de Bueno como pré-candidato unicamente a prefeito, sem chance de concorrer na condição de vice, se deu em função do esgotamento das negociações para coligação na majoritária, já que Miguel Bianchini, do PPL, anunciou que não disputará a eleição para administrar o município. Bueno tem sua trajetória marcada pela luta sindical e por dois mandatos como vereador.

A Força da Imagem do PT

Ao contrário do que se costuma pensar, o sistema partidário brasileiro tem um enraizamento social expressivo. Ao considerar nossas instituições políticas, pode-se até dizer que ele é muito significativo.

Em um país com democracia intermitente, baixo acesso à educação e onde a participação eleitoral é obrigatória, a proporção de cidadãos que se identificam com algum partido chega a ser surpreendente.

Se há, portanto, uma coisa que chama a atenção no Brasil não é a ausência, mas a presença de vínculos partidários no eleitorado.

Conforme mostram as pesquisas, metade dos eleitores tem algum vínculo.

Seria possível imaginar que essa taxa é consequência de termos um amplo e variado multipartidarismo, com 29 legendas registradas. Com um cardápio tão vasto, qualquer um poderia encontrar ao menos um partido com o qual concordar. Mas não é o que acontece. Pois, se o sistema partidário é disperso, as identificações são concentradas. Na verdade, fortemente concentradas.

O Vox Populi fez recentemente uma pesquisa de âmbito nacional sobre o tema. Deu o esperado: 48% dos entrevistados disseram simpatizar com algum partido. Mas 80% desses se restringiram a apenas três: PT (com 28% das respostas), PMDB (com 6%) e PSDB (com 5%). Olhado desse modo, o sistema é, portanto, bem menos heterogêneo, pois os restantes 26 partidos dividem os 20% que sobram. Temos a rigor apenas três partidos de expressão. Entre os três, um padrão semelhante. Sozinho, o PT representa quase 60% das identidades partidárias, o que faz com que todos os demais, incluindo os grandes, se apequenem perante ele.

Em resumo, 50% dos eleitores brasileiros não têm partido; 30% são petistas e 20% simpatizam com algum outro – e a metade desses é peemedebista ou tucana. Do primeiro para o segundo, a relação é de quase cinco vezes.

A proeminência do PT é ainda mais acentuada quando se pede ao entrevistado que diga se “simpatiza”, “antipatiza” ou se não tem um ou outro sentimento em relação ao partido. Entre “muita” e “alguma simpatia”, temos 51%. Outros 37% se dizem indiferentes. Ficam 11%, que antipatizam “alguma” coisa ou “muito” com ele.

Essa simpatia está presente mesmo entre os que se identificam com os demais partidos. É simpática ao PT a metade dos que se sentem próximos ao PMDB, um terço dos que gostam do PSDB e metade dos que simpatizam com os outros.

Se o partido é visto com bons olhos por proporções tão amplas, não espanta que seja avaliado positivamente pela maioria em diversos quesitos: 74% do total de entrevistados o consideram um partido “moderno” (ante 14% que o acham “ultrapassado”); 70% entendem que “tem compromisso com os pobres”(ante 14% que dizem que não); 66% afirmam que “busca atender ao interesse da maioria da população” (ante 15% que não acreditam nisso). Até em uma dimensão particularmente complicada seu desempenho é positivo: 56% dos entrevistados acham que “cumpre o que promete” (enquanto 23% dizem que não). Níveis de confiança como esses não são comuns em nosso sistema político.

Ao comparar os resultados dessa pesquisa com outras, percebe-se que a imagem do PT apresenta uma leve tendência de melhora nos últimos anos. No mínimo, de estabilidade. Entre 2008 e 2012, por exemplo, a proporção dos que dizem que o partido tem atuação “positiva na política brasileira” foi de 57% a 66%.

A avaliação de sua contribuição para o crescimento do País também se mantém elevada: em 2008, 63% dos entrevistados estavam de acordo com a frase “O PT ajuda o Brasil a crescer”, proporção que foi a 72% neste ano.

O sucesso de Lula e o bom começo de Dilma Rousseff são uma parte importante da explicação para esses números. Mas não seria correto interpretá-los como fruto exclusivo da atuação de ambos.

Nas suas três décadas de existência, o PT desenvolveu algo que inexistia em nossa cultura política e se diferenciou dos demais partidos da atualidade: formou laços sólidos com uma ampla parcela do eleitorado. O petismo tornou-se um fenômeno de massa.

Há, é certo, quem não goste dele – os 11% que antipatizam, entre os quais os 5% que desgostam muito. Mas não mudam o quadro.

Ao se considerar tudo que aconteceu ao partido e ao se levar em conta o tratamento sistematicamente negativo que recebe da chamada “grande imprensa”- demonstrado em pesquisas acadêmicas realizadas por instituições respeitadas – é um saldo muito bom.

É com essa imagem e a forte aprovação de suas principais lideranças que o PT se prepara para enfrentar os difíceis dias em que o coro da indústria de comunicação usará o julgamento do mensalão para desgastá-lo.

Conseguirá?

*Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

sábado, 28 de abril de 2012

*O Tempo não Pára - V (final)

Dos prognósticos que fazíamos na última postagem da série 'O Tempo não Pára' sobre as alternativas para as 'oposições' ao governo do PP de Santiago nestas eleições, um deles colocava a possibilidade de não sair o 'frentão' e, então, ocorrer a alternativa dois. Sabíamos, naquele momento, da enorme resistência do PMDB, principalmente, de concordar em abrir mão da cabeça-de-chapa oposicionista ao Executivo Municipal para alguém que não rezasse pela sua cartilha e nem se submetesse aos seus caprichos. Escrevemos então: " (...) 2- Não sai a Frente (pelo menos nesse formato mais amplo) mas o PT coliga-se com o PPL, lançando Bianchini e Bueno, enquanto o PSDB e o PMDB também lançam suas candidaturas para a chapa majoritária...". Dizíamos também: "Esse é o cenário possível que temos no momento. Mas, sabe-se, a 'política é dinâmica' e outras surpresas também não estão descartadas..."

Dito e feito. Lamentavelmente, segundo  foi divulgado, a surpresa  - ou nem tanto - (mas que não estava descartada)  ocorreu na tarde de ontem, quando representantes  de quatro partidos 'oposicionistas' (PMDB, PSDB, PDT e PTB), descumprindo acordo previamente estabelecido com o PT, PPL,  PSD e PPS,  resolveram alijar da disputa eleitoral justamente o nome daquele que seria o melhor, o mais preparado, o mais popular  e  representativo candidato que suas  hostes estavam apresentando para se contrapor ao continuismo do PP,  ou seja, o vereador Miguel Bianchini, do Partido Pátria Livre, o PPL.  Lamentável também a postura do PDT, que deixou-se seduzir pela cantilena  de sereia peemedebista. Mas, enfim...

Mas,  então, a pergunta que não quer calar: como tudo aquilo que estava sendo discutido há vários meses, acordado e assinado foi, não mais que de repente, ignorado, tripudiado, jogado na 'lata do lixo' da política local? 

É o próprio vereador Bianchini quem  nos informa em seu blog como se deu o recuo em relação ao que já tinha sido acordado e a estranha e equivocada decisão tomada ontem pelos quatro representantes dos partidos oposicionistas que se julgam os 'donos da verdade' em Santiago: "Os partidos de oposição, não suportando mais as protelações do PMDB, decidiram escolher os candidatos da majoritária. Fui escolhido pela ampla maioria para ser o candidato a Prefeito e foi dado um prazo para o PMDB apresentar um vice para compor a chapa da oposição. Tudo registrado em ATA. Neste período afloraram sentimentos de supostos líderes do PMDB em repulsa a minha conduta quando ainda no PP. Sob alegação de manter a unidade partidária, a ATA foi rasgada e nova decisão foi tomada, à revelia dos possíveis candidatos."  (...) "Depois de uma longa “lua de mel” das oposições, uma grave crise foi instaurada e ela é muito boa para que um futuro projeto para Santiago não carregue nas costas o que não deve."

Miguel Bianchini deixou também bem claro os motivos do boicote à que foi submetido. Vejam alguns dos motivos por ele elencados: "Por bater muito no PMDB defendendo a administração Chicão. Por bater muito no PSDB defendendo a sucessão do Ruivo e atacando o Governo Yeda. Por não aceitar negociações fora da mesa dos partidos da oposição, na reta final da última reunião. Por afirmar que não concorreria de companheiro de chapa de determinado político. Paguei um preço. (...) Pelo encaminhamento das negociações,  comecei a ficar assustado e preocupado com uma possível dificuldade de governabilidade futura. Este tormento terminou ontem. O desfecho foi muito bom para mim e saiu muito barato, pelo menos entrei e sai com a cara limpa mais uma vez."  (Blogue 'Está morto quem não Peleia').

Agora, com esse novo cenário que se descortina em Santiago (que não era o desejado, mas que, paradoxalmente,  também pode trazer outros elementos de caráter positivo - ou  trunfos -,  uma vez que o leque de partidos  agora é menor mas mais identificado política e ideologicamente), uma verdadeira Frente Popular e Democrática pode  ser forjada, transforando o 'limão em limonada'. Cabe agora ao PT, PPL, PSD e outros setores que querem uma mudança real no município - à exemplo do que temos visto no Estado e no País -, de forma decidida, mas fraterna, unitária e responsável, fazerem a devida avaliação do novo quadro que se abriu  e articularem-se sem mais entraves,  amarras e vacilações que o agrupamento  heterogêneo do extinto 'frentão' representava. E, para capitanear esse processo e concorrer ao Executivo Municipal em outubro próximo, não temos dúvidas de que  dispomos de  duas alternativas do melhor quilate, pois  tanto o companheiro Miguel Bianchini quanto o companheiro Antônio Bueno podem representar a contento a  verdadeira alternativa oposicionista que Santiago precisa e merece.

Espera-se que agora  - com essa nova composição democrática-progressista  com um viés predominante de esquerda (PT, PPL, PSD, PPS) que se desenha na agora chamada "3ª Via"  - , avance  também a construção de um verdadeiro Programa de Governo de caráter popular, democrático  e participativo que, com a composição anterior do 'frentão' - mesmo vitoriosa - dificilmente seria implementado em Santiago. 

Por fim, como dissemos anteriormente, não podemos perder mais tempo. Sabe-se que o partido que está no governo (PP) é um 'osso duro de roer', detém, usa e abusa da 'máquina' pública, mas não é imbatível. Pelo contrário,  está sofrendo um grande processo de desgastes,  passou (e passa) por 'rachas' internos e sofreu  também grandes baixas  em seus quadros nos últimos meses.  Seu governo também não vai nada bem, deixando muito a desejar em inúmeras frentes. (Parentese: não tenho nada pessoal contra o prefeito Ruivo e demais integrantes  do governo,  pelo contrário; nossas diferenças residem - sobretudo - na esfera  política/ideológica/administrativa). Talvez, pois,  o 'cavalo  oposicionista' esteja passando 'encilhado', é só uma questão de coragem e competência para, na hora e momento certo,  saber 'montá-lo'. 

Então, companheiros, 'ao trabalho'!  Está na hora de 'fazer-se do limão, limonada'!  Alternância já! Quem não pode perder - por caprichos, miopia política, rancores, teimosia  ou preciosismos  de  alguns que se julgam 'iluminados' -, ao fim e ao cabo, é o Povo santiaguense!  

*Por Júlio Garcia - Série publicada originalmente em http://www.o-boqueirao.blogspot.com.br/