segunda-feira, 18 de julho de 2011

Presidente do PT fala de possível candidatura a prefeito. Entrevista foi dada ao jornalista Júlio Prates

O presidente do PT de Santiago, Antônio Bueno (foto), concedeu entrevista ao blog do jornalista santiaguense Júlio Prates (www.jornalistaprates.blogspot.com)Nela, Bueno expõe os fatores que vão definir os nomes do partido no próximo pleito municipal. Confira abaixo.

O Senhor é pré-candidato a Prefeito pelo PT de nossa cidade. Como o Senhor pretende abrir um espaço de esquerda em nossa cidade, que linha discursiva pretende adotar?
   Não existe pré-candidatura consolidada, apenas disponibilizei o meu nome ao Partido como candidato a candidato, em  sendo aceito serei pré-candidato até a convenção. Evidentemente que tudo o que penso e que proporei será lapidado, incrementado e definido no conjunto do Partido, que, também, saberá acolher com muita propriedade as contribuições vindas da sociedade. O foco do nosso trabalho e os enfrentamentos que faremos fazem parte das diretrizes do nosso Partido. Eu tenho lado e o nosso Partido é muito claro, estamos do lado dos trabalhadores, dos mini e pequenos produtores, da pequena atividade comercial, industrial e de serviços, ao lado dos excluídos, desrespeitados e perseguidos, enfim ao lados de todos aqueles que dependem da atuação do Poder Público. Estar ao lado dos pequenos e dos pobres não significa ser contra ninguém, acho que aqueles que desfrutam de uma condição mais confortável tem  uma contribuição importante a dar ao nosso município sem que a estrutura pública esteja voltada para atender o seus interesses. 
      O modo petistas de governar será sentido em todas as nossas ações seja na participação popular, na transparência, no respeito e bom uso do dinheiro público, enfim queremos aprofundar o exercício da cidadania em nosso Município.

Informações extraoficiais dão conta que existem dois nomes que aceitam disputar a majoritária, o Senhor e a Professora Iara Castiel. Haverá disputa entre os dois nomes ou o Senhor acredita em consenso em torno do seu nome?
     O meu nome está colocado a disposição do Partido no intuito de contribuir para o crescimento partidário e acima de tudo fazer um grande debate com a sociedade santiaguense, elecando causa e causadores de todas as dificuldades vividas pelo nosso povo e sinalizando com um novo horizonte que produzirá resultados a curto prazo em algumas situações e a um prazo maior em questões econômicas buscando gerar alternativas e oportunidades a todos, estancando o êxodo cada vez maior de Santiaguenses. 
   A Companheira Iara é um dos quadros mais valorosos do nosso Partido, tem uma rica trajetória de militância política, de luta sindical, viveu e interagiu em momentos impares da conjuntura política nacional, além de ser uma pessoa totalmente preparada e afinada com propósitos do nosso Partido.  Não participarei de nenhuma disputa interna, esse mecanismo tem se mostrado ineficaz, caso a Companheira Iara pleiteie ser Candidata a disputa majoritária terá o meu irrestrito e entusiasmado apoio.  
Como presidente do PT e pré-candidato a Prefeito, o Senhor pretendo conduzir o PT às negociações com o frentão ou o Senhor defende uma chapa pura?
  
     Nosso Partido tem enormes dificuldades ao debater esse tema, mesmo se tratando de uma disputa local na qual o PP é o grande responsável pelas mazelas em que vivemos tanto no campo econômico como no exercício da cidadania.     A maioria dos Partidos que debatem o chamado frentão são ferrenhos adversários na conjuntura nacional ou estadual, porém isso não impede de dialogar-mos colocando como eixo as questões locais, mesmo com profundas diferenças programáticas e ideológicas, lutar em favor transformações no nosso Município  é algo estimulante.     Na atual conjuntura chapa pura é uma possibilidade bastante viável.
 Quais são os partidos locais que na sua opinião poderiam formar o campo de aliança ao lado do PT? 
     Pessoalmente não quero explicitar minhas preferências, darei tempo para que o debate interno se aprofunde e defenderei posições aprovadas pelo conjunto de Partido.    
Sabemos, por suas declarações na imprensa, que o PT local é contrário a compor com o PP. Entretanto, em nível nacional, o PP integra a base aliada da Presidenta Dilma e, aqui mesmo no Estado, tudo indica que o PP venha também a integrar a base aliada do governador Tarso. Já partidos que no espectro nacional são opositores ao PT, cito o caso do PSDB, por exemplo, no plano local caminha na mesma linha oposicionista do PT.
Como líder maior do PT local como o senhor pretende equacionar essas contradições?
     Não são todos os companheiros que defendem esta tese, há no nosso diretório companheiros favoráveis a uma composição com o PP, não posso negar que a maioria do nosso Partido é contra e eu estou entre os contra, não acredito em transformação por dentro, creio que só derrotando o PP é que poderemos fazer transformações de verdade e elevar Santiago a um novo patamar de desenvolvimento econômico, social e de cidadania.
    O debate das eleições 2012 é muito complexo, porém muito já pode  ser feito por todos aqueles que desejam e realmente lutam por mudanças. Não basta, simplesmente, querer derrotar o PP, é preciso apresentar propostas sérias e exeqüíveis capazes de convencer as mentes e conquistar os corações dos Santiaguenses e, evidentemente, apresentar nomes que tenham credibilidade e competência para execução das propostas.

O senhor admite uma coligação local envolvendo o PSDB?
     O nosso Partido possui, Brasil a fora, as mais diversas composições, inclusive com PSDB. Se a maioria do nosso Partido entender que conjuntamente com o PSDB e outros Partidos poderemos construir alternativas que melhorem a vida do nosso povo, não cabe a mim rejeitar, devo tentar viabilizar junto ao Diretório Estadual, o que é uma meta muito complicada.
Presidente, sejamos francos, existem muitos petistas que defendem coligaçao com o PP, qual é sua opinião sobre esses companheiros e qual é sua posição sobre essa linha de intervenção? 
     Tenho profundo respeito as posições da cada companheiro, mesmo a maioria sendo contrario, elas devem ser explicitadas com a toda franqueza e tranqüilidade.

Esse enfrentamento do governador Tarso com amplos setores organizados do funcionalismo público estadual não poderão resultar em eventuais desgastes numa eleição municipal?
    Creio que a grande maioria não tem conhecimento do teor das propostas e do impacto que os projetos causarão aos servidores e a sociedade. Temos a tranqüilidade para aprofundar o debate em cada uma das propostas, a imensa maioria do funcionalismo não será impactado pelas propostas, o Governo quer dar sustentabilidade ao IPE, ter condições para honrar com as RPVs e cumprir com a resolução do CONAMA que exige a redução da emissão de resíduos poluidores ao meio ambiente e principalmente, retirar dos ombros da sociedade gaúcha o ônus de sustentar vultuosos salários de alguns servidores que nunca contribuíram na integralidade dos seus proventos, portanto, acredito que não haverá nenhum desgaste a nós na eleição municipal de 2012.      

Bueno, se tu quiseres inserir alguma pergunta e tu respondê-la, vai firme, sem problemas. Se não quiseres responder alguma ou mesmo mudá-la, sinta-se à vontade.
      Júlio, nunca tive e não tenho ambição pessoal de ser Prefeito, tento ser útil e contribuir para a melhoria de vida do nosso povo, tenho trabalhado de forma humilde, respeitosa, mas com muita tenacidade e tenho a certeza de ter colocado o meu tijolo na construção deste edifício chamado BRASIL, que ao longo desses últimos 9 anos deu um grande salto de qualidade, melhorou a vida dos Brasileiros e   conquistou  o respeito do mundo todo.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Vale do Jaguari definiu dez áreas prioritárias no PPA Participativo

A audiência pública promovida pelo Governo do Estado em Santiago no último 1º de julho definiu as áreas prioritárias para os municípios do Corede Vale do Jaguari. A maioria dos que se manifestaram no evento defendeu que o PPA Participativo (Plano Plurianual) dê mais destaque para: Desenvolvimento e Promoção do Investimento; Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico; Agricultura, Pecuária e Agronegócio; Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo; Micro e Pequenas Empresas e Economia Solidária; Educação; Saúde; Esporte e Lazer; Habitação e Saneamento; e à Segurança Pública. Agora, cada município deverá fazer a sua assembleia e especificar onde quer que os recursos sejam aplicados. Conforme o número de participantes, serão escolhidos os delegados que representarão sua comunidade na assembleia macrorregional, onde haverá a defesa e votação das demandas municipais. A municipal de Santiago será no dia 7 de julho. Mais informações com Tide Lima pelo telefone (55) 9916-6260.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

PPA Participativo em Santiago

O PPA Participativo (Plano Plurianual do Governo do Estado) chega a Santiago nesta sexta-feira, 1º de julho. A partir das 18h30, a comunidade dos municípios que compõem o Corede Vale do Jaguari poderá ir à Câmara de Vereadores para contribuir na elaboração das diretrizes, objetivos e metas do governo para o próximo período de quatro anos. Com isso, o Governo Tarso Genro faz valer a Constituição Federal de 1988 (Artigo 165) e a Constituição do Rio Grande do Sul (Artigo 149), as quais preveem que a elaboração do PPA seja de forma regionalizada. Portanto, todo cidadão da nossa região tem nesta sexta-feira a oportunidade de contribuir diretamente na definição das prioridades de sua comunidade, apontando para onde devem ir os investimentos do governo estadual. 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Legislativo gaúcho aprova Plano de Sustentabilidade Financeira do RS*

*Por Paulo Fontoura

Os deputados estaduais gaúchos aprovaram, no início da madrugada desta quarta-feira (29), o projeto de lei complementar 189/2011, que integra o Plano de Sustentabilidade Financeira do Estado, encaminhado pelo Governo do Estado,  e trata da reforma da Previdência estadual, além de criar o Fundo Previdenciário. Ao ser colocado em votação, às 6h, o projeto teve 31 votos favoráveis, contra 21 contrários. "O projeto é constitucional e sua aprovação não tira nenhum direito dos funcionários públicos. Ele bloqueia a crise financeira do Estado e da Previdência", observou o governador Tarso Genro.

A proposta original do governo, que tramitou em regime de urgência, inicialmente previa a alíquota de desconto de 11% até a faixa salarial dos R$ 3.689,66, e do índice de 16,5% para o que excedesse este valor. A unificação para os 14% ocorreu com a aprovação de emenda apresentada pela líder do governo, deputada Miriam Marroni (PT).

A emenda prevê, ainda, que a base de cálculo para aplicação da alíquota prevista será o total do salário de contribuição dos servidores ativos, observadas as seguintes deduções: 21,43%, no primeiro caso, aplicados sobre a base de cálculo para os servidores cujo salário de contribuição corresponder a até o valor limite estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), de que trata o artigo 201 da Constituição Federal, e 21,43% , no segundo caso, aplicado sobre o valor limite estabelecido para os benefícios do RGPS para os servidores cujo salário de contribuição seja maior que o estabelecido no caso anterior e até duas vezes aquele valor.
A proposta foi aprovada com outras duas emendas governistas, uma delas garantindo a proibição de aplicação da utilização dos recursos do Fundo pelo caixa do Estado ou para outros fins que não previdenciários, bem como veda a aplicação dos valores em instituições financeiras que não as oficiais.
Nos mesmos índices, foi aprovado, com 31 votos a favor e 20 contrários, o projeto de lei complementar 190/2011, que dispõe sobre o regime da previdência dos servidores militares do Estado.
Na mesma sessão da Assembleia Legislativa, foi aprovada, por 29 votos favoráveis e 22 contrários, o projeto de lei 191/2011, que dispõe sobre o procedimento para o pagamento das Requisições de Pequeno Valor (RPVs) devidas pelo Estado (que não excedam a 40 salários mínimos). A matéria prevê o depósito mensal de 1,5% da receita corrente líquida de cada uma das entidades integrantes da administração pública estadual, em conta criada especialmente para o pagamento das RPVs.
Conforme a matéria, o crédito de pequeno valor não estará sujeito ao regime de precatórios e deverá ser pago, mediante depósito judicial, no prazo de até 180 dias, enquanto o prazo para pagamento de requisições, destinadas ao valor principal, cujo valor total atualizado seja igual ou inferior a sete salários mínimos será de até 30 dias, contados da data em que a requisição expedida pelo juízo da execução for protocolada perante o órgão competente, observada ordem cronológica específica.
Ainda foram aprovados o projeto de lei 192/2011, que autoriza a alienação de 13 imóveis situados em Porto Alegre, mediante licitação, cujo produto será destinado ao Fundo Estadual de Gestão Patrimonial, e o projeto de lei 193/2011, que institui o Cadastro Técnico Estadual de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais e a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental.
No início da sessão, na tarde da terça-feira (28), foi aprovado o requerimento do Executivo para a retirada do regime de urgência do projeto de lei 177/2011, também do governo estadual, que cria funções gratificadas na Quadro dos Cargos em Comissão e Funções Gratificadas - reorganizado pela lei 4914, de 31 de dezembro de 1964 - com lotação privativa na Susepe. Com isso, a proposta saiu da Ordem do Dia e agora segue tramitação normal no Legislativo.
Fonte: http://www.estado.rs.gov.br/

domingo, 26 de junho de 2011

Investimentos prometem eliminar risco de faltar água em Santiago



A unidade da Corsan em Santiago passou os oito anos dos últimos dois governos gaúchos praticamente sem investimentos. Segundo o gerente Rubem Nunes de Lima (foto), nomeado para o cargo no último 1º de fevereiro, o período de Yeda Crusius no comando do RS chegou ao absurdo, com investimento zero na Corsan santiaguense. Tal foi a incabível falta de planejamento de Germano Rigotto e Yeda frente ao crescente consumo de água, que o fornecimento chegou a estar ameaçado nas partes altas, principalmente nos períodos de chuva escassa. Porém, é com determinação que o gerente Rubem espera em no máximo três anos sanar todos os riscos de falta d’água, uma vez que o Governo Tarso já autorizou as obras necessárias aos santiaguenses. Veja a seguir como a falta de investimento dos governos anteriores ameaçou a água no município e como os problemas estão sendo enfrentados.

A origem do problema

Como ocorre em vários segmentos, o consumo de água também aumentou consideravelmente, acompanhando a expansão habitacional no município. Rubem explica que a produção máxima é de 140 litros por segundo. Só que são necessários 180 litros por segundo.

Motores engessados

O gerente explica que há uma nova casa de bombas em Santiago com três grupos de motor, o que está disponível há mais de quatro anos. Entretanto, nada foi posto em funcionamento por faltar dinheiro para a conclusão da adutora e ampliação da estação de tratamento.

Obras vão começar

Entre o risco de faltar água e superado o abandono que caracterizou as gestões passadas, Rubem apresenta boas notícias. O Governo Tarso já fez a licitação e logo as obras vão começar, o que deverá ser concluído daqui a dois ou três anos. Mas para que até lá não haja surpresas, Rubem foi atrás e garantiu que sejam colocados três filtros na estação de tratamento. “A direção estadual da empresa prometeu a instalação desses filtros, os quais vão assegurar, em caráter provisório, os 40 litros por segundo que estão faltando”, anuncia o gerente Rubem.

Investimentos e empregos

Além de aprimorar a estrutura da Corsan, os mais de R$ 7 milhões que virão para as obras de abastecimento d’água vão gerar muitos empregos no município, pois as empresas pretendem utilizar mão de obra local. O gerente frisa ainda que todo esse dinheiro também vai contemplar a troca da tubulação de fibrocimento deteriorada pela de tubos de PVC. “Minha preocupação principal é com o abastecimento, para que não falte água em nenhum lar santiaguense”, conclui Rubem.

sábado, 26 de março de 2011

Jogo: Não legalizar é hipocrisia

Por Adeli Sell*

Não gosto de jogos, não jogo, mas defendo a legalização de todos os jogos no Brasil, bem como a criação de cassinos, com rígida legislação, com procedimentos capazes de sofrerem controle e fiscalização, com pagamento de impostos, com retorno social ao povo.

Joga quem quiser. Há gente que se vicia em jogos, dizem. São os ludopatas. Mas esses existirão sempre. Com o jogo clandestino, estão à mercê de máfias que mantêm cassinos clandestinos, casas de jogatina, exploração. Estarão nas mãos de agiotas e gente desse tipo. Ludopatia se trata como qualquer doença. Não há Lei Seca que elida o problema do alcoolismo. Ou alguém tem essa ilusão?

Jogar às claras. Em locais legalizados, abertos, fiscalizados. É a saída.

Proibir os jogos no Brasil com base nas ligações escusas com o jogo do bicho, o narcotráfico, a lavagem de dinheiro é uma ingenuidade, porque a lavagem de dinheiro se faz em muitas atividades econômicas. Isso acontece no Brasil porque não existe fiscalização, porque há a clara sensação da impunidade.

Um país como o nosso, que tem regiões com forte atrativo turístico, com rotas de cruzamento para diversas regiões, deve garantir a abertura e funcionamento legal de cassinos. Os tributos cobrados reverterão para obras de bem-estar social. O jogo não sendo legalizado, ele se torna necessariamente clandestino. Foi assim que o jogo do bicho, por capricho da esposa carola do Gal. Dutra, caiu na clandestinidade, dando espaço ao crime, à contravenção. Recentemente ficou escancarado que há setores ligados ao jogo com graves esquemas escusos, com suborno a políticos. Alguns desses políticos estão prontos para entrar no jogo sujo da contravenção. Mas é preciso separar o joio do trigo. Há empresários sérios e honestos prontos para trabalhar na legalidade, pagando impostos.

O Estado, ao não querer legalizar os jogos, sabendo que sempre existirão na clandestinidade, está abdicando de sua função de regrar, ordenar, fiscalizar, abrir e fechar estabelecimentos.

Não querer legalizar o jogo é aceitar a hipocrisia de os ricos, os abonados, pegarem um cruzeiro em Ilhabela ou outro ponto turístico do país, embarcar, com o cassino fechado, e, logo na saída, ao zarpar, ter o cassino todo ao seu dispor. Está nas águas de nossa nação, o Brasil nada ganha com isso. É pura hipocrisia continuar proibindo, quando o jogo continua existindo.

Não legalizar os jogos no Brasil leva milhares de pessoas a abrir o computador, entrar num site e, ficar dentro de um cassino virtual, mas real para jogar, gastar. Nada fica aqui.

Chega de hipocrisia. Vamos legalizar os jogos, criar empregos, cobrar impostos, fazer obras sociais. E, é claro, fiscalizar!

Adeli Sell é vereador em Porto Alegre - adelisell@camarapoa.rs.gov.br

domingo, 13 de março de 2011

Valdeci recolhe donativos para desabrigados da Região Sul

As fortes chuvas que atingiram a Região Sul do Estado na última quinta-feira (10) deixaram um cenário de devastação e tristeza nos municípios da localidade. São Lourenço do Sul, a cidade mais prejudicada pela tempestade, já contabiliza oito mortos e cerca de 30 mil desalojados. O deputado estadual Valdeci Oliveira (PT –RS), solidário com a situação das vítimas, determinou, nesta manhã (11), a instalação de um posto de coleta de donativos em seu escritório regional em Santa Maria.

Valdeci pede que a população santa-mariense doe roupas, alimentos não perecíveis, produtos de higiene e água para ajudar vítimas das tragédia. “Numa situação dessas precisamos nos dar as mãos. São gaúchos e gaúchas sem casa e sem comida. O momento é de tristeza absoluta, mas também deve ser de solidariedade,” afirmou o deputado. Tudo que for arrecadado pelo escritório regional do deputado será entregue no posto de coleta da Assembleia Legislativa, o qual funciona desde a tarde de quinta (10).

Posto de coleta

Onde: Venâncio Aires, 1962, sala 01 – Santa Maria.

Horário: Segunda à sexta-feira : 8h30 às 12h - 14h às 18h / Sábado: 9h às 12h.

Donativos: Roupas, alimentos não perecíveis, produtos de higiene e água.

domingo, 31 de outubro de 2010

Dilma está eleita a primeira presidenta do Brasil

Dilma Rousseff acaba de ser eleita, matematicamente, a primeira mulher presidenta do Brasil. A candidata do PT derrotou nas urnas o tucano José Serra. O resultado desta eleição é mais que uma aprovação do Governo Lula, é, finalmente, um Brasil que aposta no Brasil, que aposta em um projeto de país que vem diminuindo, consideravelmente, as desigualdades sociais, a exploração do homem pelo homem, um país que, concretamente, está se transformando no tão sonhado "país do futuro".

sábado, 30 de outubro de 2010

4 últimas pesquisas dão vitória para Dilma

Ibope, Datafolha, Vox Populi e Sensus anunciam últimas pesquisas, diferença pró-Dilma oscila entre 10 e 14 pontos

O instituto Datafolha divulgou na noite deste sábado 30 sua última pesquisa eleitoral. Ela aponta vitória de Dilma Rousseff com 55% dos votos válidos, ante 45% de José Serra.

Para o Ibope, Dilma tem 56% e Serra 44%.

O Vox Populi mostra uma diferença maior, com 57% para Dilma e 43% para Serra.

A CNT/Sensus, divulgada no início da tarde, a petista registra 57,2% contra 42,8% do tucano.

Neste dia 31 de outubro, os primeiros dados das apurações devem começar a ser divulgados a partir das 19 horas e o resultado final das eleições presidenciais deve sair antes das 22 horas.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Datafolha: Dilma manteve a liderança de 12 pontos

Pesquisa Datafolha realizada ontem voltou a indicar estabilidade no quadro da corrida presidencial, com Dilma Rousseff (PT) mantendo liderança de 12 pontos sobre José Serra (PSDB).

A diferença agora é que o percentual de indecisos caiu de 8% para 4% em dois dias. Essa redução nesse grupo de eleitores indica que há cada vez menos espaço para mudanças na tendência de favoritismo da candidata do PT.

O levantamento do Datafolha, encomendado pela Folha, foi realizado ontem em 256 cidades e com 4.205 entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Quando se consideram os votos válidos, Dilma manteve os mesmos 56% que obteve nos levantamentos de terça-feira (dia 26) e quinta-feira (dia 21). Serra também ficou com seus 44% registrados nas últimas duas sondagens.

Queda dos indecisos

Há alguma variação no que diz respeito aos votos totais, pois aí houve redução dos indecisos. Dilma oscilou de 49% para 50% nesta semana. Serra foi de 38% para 40%. Ambos movimentaram-se dentro da margem de erro da pesquisa.

Os que votam em branco, nulo ou nenhum mantiveram-se em 5%. E houve a queda nos indecisos, de 8% para 4% em dois dias, de terça para ontem.

No geral, as curvas dos candidatos na pesquisa Datafolha neste segundo turno mostram uma tendência clara: Dilma conseguiu ganhar algum fôlego desde o início do mês (pulou do patamar dos 48% para o dos 50% dos votos totais), enquanto Serra parece ter ficado estagnado (começou outubro com 41% e agora tem 40%).

Há também uma pequena variação para baixo, dentro da margem de erro, no percentual total dos que são indecisos somados aos que votam em branco, nulo e nenhum. No início deste mês, eram 11%. Agora, são 9%. Há sinais de que esses eleitores não querem mesmo sair desse grupo.

Marina

Essa tendência é perceptível entre os eleitores que dizem ter votado em Marina Silva (PV) no primeiro turno. No começo de outubro, 9% deles votavam em branco, nulo ou nenhum e outros 18% estavam indecisos. Somados, esses dois grupos eram 27%.

Ontem, segundo o Datafolha, os "marineiros" indecisos caíram para 8%, mas os que vão anular ou votar em branco foram a 18%. Os dois grupos totalizam 26%. Ou seja, cerca de um quarto dos eleitores de Marina não se convenceram até agora a votar em Dilma ou em Serra.

Outro dado que ajuda a entender porque a petista subiu um pouco neste mês e consolidou sua dianteira é o comportamento de quem no primeiro turno votou em branco ou nulo. Na primeira semana de outubro, 14% desses eleitores diziam estar propensos a votar na petista e 25% declaravam apoio ao tucano.

Passadas quase quatro semanas, o quadro se inverteu: 25% dos eleitores que votaram em branco ou nulo no primeiro turno dizem agora que vão escolher Dilma contra 13% que optam por Serra.

A vantagem de Dilma continua ancorada no eleitorado masculino. Entre os homens, ela tem 54% contra 38% de Serra. Já no voto feminino há um empate técnico: a petista está com 46% e o tucano obtém 43%, diz o Datafolha. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número 37721/2010.